Esteban Ocon negou relatos de que tenha tido uma altercação física com Ayao Komatsu, chefe da equipe Haas, depois de a equipe substituí-lo por Ryo Hirakawa para o restante do fim de semana do Grande Prêmio do México. O piloto francês disse que houve uma discussão na sexta-feira, mas rejeitou qualquer alegação de violência física.
Rumores sobre um confronto circularam no paddock do Autódromo Hermanos Rodríguez no sábado. A Haas não deu uma explicação detalhada para a substituição, limitando-se a dizer que Ocon não estava doente.
O jornal francês L’Équipe noticiou que a disputa começou durante a segunda sessão de treinos, quando Ocon teria recusado uma instrução da engenheira Laura Muller para trocar os pneus macios pelos médios. Segundo a reportagem, ele discutiu depois com Komatsu nas instalações da equipe, o que levou à sua substituição.
O jornal alemão Bild apresentou uma versão diferente do suposto contato físico. Segundo a publicação, Ocon se aproximou de Komatsu no sábado para pedir desculpas pelo desentendimento do dia anterior. Komatsu teria se recusado a conversar, após o que Ocon insistiu e segurou o chefe da equipe pelo ombro. Ocon negou tê-lo agredido.
Em uma publicação nas redes sociais na noite de sábado, Ocon reconheceu que houve um desentendimento e uma discussão, mas disse que não houve violência física. Acrescentou que condena a violência e acredita que as divergências devem ser resolvidas de maneira profissional e respeitosa.
Ocon deve deixar a Haas no fim da temporada, tendo marcado sete pontos em 2026, em comparação com os 23 do companheiro de equipe Oliver Bearman. Ele não tem vaga confirmada para 2027 e pode continuar na Fórmula 1 como piloto reserva. O francês está prestes a disputar seu 200º Grande Prêmio, que estava previsto para acontecer no Brasil no próximo fim de semana; sua participação agora é incerta.
Fontes: Folha Esporte.